No coração do SeCuida estão os assistentes, que funcionam como personagens ou ferramentas especializadas. Criar um novo robô é quase como escrever a ficha de um personagem: você escolhe um nome, define uma categoria (secretária, professor, personagem lúdico, ferramenta de marketing) e descreve quem ele é, para quem fala e qual o tom que deve usar.
Essa descrição de “quem sou eu” é o ponto de partida para tudo: ela vai junto com cada pergunta que você faz ao robô e orienta a forma de resposta. Em seguida, você pode ir refinando: há um espaço específico para explicar “como criar imagens”, onde ficam as regras visuais, e outro para “objetivos compartilhados”, que são instruções comuns a todos os seus robôs – por exemplo, pedir que todos respondam de forma acolhedora e clara.
Quando o objetivo é atendimento externo, como conversar com pacientes ou clientes, você costuma criar um robô mais “profissional”, que represente sua clínica, consultório ou negócio. É ali que você descreve seus serviços, horários, tipo de público que atende e o modo exato como quer que a IA converse em seu lugar, seja pelo chat interno, seja pelo Instagram.